rock

Zapeando no Face me deparei com um post interessante de uma amiga de escola a respeito do Rock in Rio. Há alguns dias do início do evento, com ingressos na mão (foi uma luta) e após ter ido nas últimas duas edições no Brasil, me pergunto se estou REALMENTE a caminho de um evento de Rock. O texto fala do evento de uma forma geral, o direcionamento que ele vem tido nos últimos anos e sua possível mudança de propósito.

Tirem suas conclusões.

 

“Por: Priscilla Soares

Essa publicidade do Rock in Rio me dá vergonha alheia. O que, de fato, marca o festival?
Quando eu fui pela primeira vez, com meus 15 anos, paguei R$17,50 (os mais caros da minha vida). Entre lama até o pescoço, banho de água, horas de caminhada até os transportes coletivos… Neil Young sangrando, uma Cassia Eller questionadora, REM entorpecendo a dor num fim de noite e uma lua incrível, Red Hot num sol de 40 graus, um Axl ainda digno nos convidando para a “selva”… entre outros.
E sim, esse não esteve próximo aos anteriores em seu potencial rock. Veio Britney e seus comparsas pop USA.
E ninguém reagiu à mudança da cara do festival e aos preços abusivos.
Hoje temos o que?
Entre os intervalos de mulheres gostosas, bandas de duas músicas e hitmakers, encontramos velhos marujos do rock que se vendem a um bom cachê ou ainda desejam ver as multidões brasileiras ecoando seus refrões mais conhecidos.
O ganho nessa história toda. Temos encontros musicais interessantes nos palcos alternativos.”